sábado, 10 de outubro de 2009

Após a fase do aleitamento exclusivo, ferro é essencial para a criança


Já virou chavão dizer que o leite materno é o alimento perfeito para o bebê. Mas, quando o assunto é tão importante assim, nunca é demais repetir. Afinal, o leite materno fornece todos os nutrientes que o bebê necessita, na quantidade adequada, e facilmente digeridos pelos pequenos. Também é repleto de anticorpos e ajuda a estabelecer o sistema imunológico da criança.

Além disso, contém substâncias que ajudam o desenvolvimento do cérebro e o crescimento da criança. "O leite materno é tudo o que o bebê precisa. É uma fonte riquíssima de nutrientes e anticorpos, sustenta e protege a criança, contribuindo para seu desenvolvimento adequado", aponta a nutricionista Marina Salgado.

Estudos comprovam que bebês que são alimentados exclusivamente com leite materno até os seis meses de idade têm menos cólica, dor de ouvido e doenças respiratórias, além de ter menos chances de desenvolver alergias. É por tudo isso que a Organização Mundial da Saúde (OMS) aconselha que os bebês recebam apenas o leite materno até o sexto mês. A partir de então, outros alimentos podem ser apresentados, porém a amamentação deve continuar até a criança completar dois anos.

A partir dos seis meses, o sistema digestivo já está maduro o suficiente para receber comidas sólidas. Nessa fase, é importante apresentar alimentos de fácil mastigação e digestão, e deixar o bebê experimentar texturas e sabores diferentes. A variedade é importante e prepara a criança a aceitar alimentos diferentes quando cresce - além de que diferentes alimentos fornecem diferentes nutrientes.

Como nesse estágio o armazenamento de ferro diminui consideravelmente, os bebês vão precisar repor o mineral através da alimentação. Uma boa fonte de ferro é a carne vermelha, que deve ser cozida e não frita - uma opção é misturar o caldo da carne cozida às papinhas preparadas em casa.

Outras fontes de ferro são os vegetais folhosos de cor verde-escura, como agrião e couve, e leguminosas, como o feijão, a ervilha e a lentilha. Como os ossos do bebê estão em desenvolvimento, é preciso também garantir a ingestão de cálcio. A melhor fonte de cálcio é o próprio leite materno, que deve ser consumido na quantidade de 500 ml a 600 ml por dia.

Nessa fase deve-se evitar sal e açúcar, além de frituras, peixes, mariscos e ovos. "Também devem ser evitados queijinhos, iogurtes, bolachas recheadas e produtos industrializados, pois não são muito nutritivos e podem desencadear alergia nos bebês", aponta Salgado.

Um comentário:

  1. Olá blogueiro,

    Dê ao seu filho o que há de melhor. Amamente!

    Quando uma mulher fica grávida, ela e todos que estão à sua volta devem se preparar pra oferecer o que há de melhor para o bebê: o leite materno.

    O leite materno é o único alimento que o bebê precisa, até os seis meses. Só depois se deve começar a variar a alimentação.

    A amamentação pode durar até os dois anos ou mais.



    Caso se interesse na divulgação de materiais e informações sobre esse tema, entre em contato com comunicacao@saude.gov.br

    Obrigado pela colaboração!

    Ministério da Saúde

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